Posteriormente, a propriedade passou para John Ernest Blandy (1866-1930), casado com Elinor (americana). Juntos continuaram a gerir a herdade e a melhorar os jardins. Era cultivado trigo, milho e cevada, além de vegetais e frutos, como morangos, framboesas, amoras e as comuns frutas com caroço inglesas. Também foram plantadas muitas variedades de citrinos.
Um extracto retirado do livro: Madeira – Impressions & Associations de Alan Lethbridge que visitou a Quinta por volta de 1924:
Passando pelos portões da herdade que nos levam de volta a uma casa de campo inglesa, e subindo por um caminho mais intimista rodeado de camélias de todas as cores e tamanhos, surge a casa, a casa nova, pois a antiga foi abandonada há muito tempo para um conforto mais moderno. Diz-se que nos tempos dos proprietários portugueses supervisor que contasse as cameleiras e quando lhe perguntaram o resultado, ele respondeu “Senhor, contei 9000 e estou cansado, existem muitas mais, por isso digamos que são 10000."
Em seguida, a herdade passou para Graham Blandy (1904-1972).
A sua esposa Mildred (1905-1984) dedicou muito tempo da sua vida de casada ao jardim. Era a sua casa, o seu passatempo e o seu interesse permanente. Foi ela que os tornou famosos. Juntos, foram anfitriões de muitos visitantes conhecidos na casa e no jardim.
Nesta altura, a Casa Velha continuava rejeitada, degradada e envolta em mistério. Era um excelente recreio para as crianças!
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